Mel Com Cicuta 

Without the aid of prejudice and custom I should not be able to find my way across the room.

 

William Hazlitt  
      

   

« Home | Um post bastante longo e que, ponderados os prós e... » | Plano de viagem (ou até já) » | O Blogue reclama, ditoso, a atenção de outros tem... » | Os baús estão arrumados, a secretária imaculada, ... » | Na Jukebox mental » | A conservative girl cannot walk in someone else’s ... » | A conservative girl cannot walk in someone else’s ... » | A conservative girl cannot walk in someone else’s ... » | E o caro leitor, é o quê? » | Para colar na porta do frigorífico »

Da conquista da inimputabilidade

“—Tive a honra de o explicar no último serão, vou repeti-lo para Vossa Excelência. Queira ter em consideração que toda a gente tem espírito e eu não tenho. Para me compensar, consegui licença para dizer a verdade. Todos sabem, com efeito, que só os pobres de espírito dizem a verdade. Alem disso, sou muito vingativo, tudo por causa da minha falta de espírito. Suporto com humildade todas as ofensas, enquanto o ofensor não resvala na adversidade, mas ao primeiro sinal da sua desgraça, recordo a afronta que me fez, vingo-me, escoucinho, como disse um dia de mim Ivan Petrovitch Ptitsyne, o qual, com certeza, nunca atirou coices a ninguém. (...)”

Fiódor Dostoiévski, O Idiota

Bem... saudades!

O Idiota uma vez por ano, e o príncipe Míchkin candidato a personagem com a capacidade de gerar maior empatia desde D. Quixote. Nada como os Russos! Daí talvez o ódio ao comunismo, terem destruido a capacidade de os lermos, ou estarei a divagar ou ainda mais grosseiramente, enganado. Não me lembro de nenhum desde Gogol, Dostoiévski, ...
Enviar um comentário