Mel Com Cicuta 

Without the aid of prejudice and custom I should not be able to find my way across the room.

 

William Hazlitt  
      

   

« Home | A ira. O desalento. As olheiras. O milagre da maqu... » | Moral da história - zoologia » | A história repete-se desde o início dos tempos. Um... » | Fragilidade - teorias subjectivistas » | Fragilidade - teorias objectivistas » | (Um bocadinho menos de) 100 anos de solidão » | Idiossincracias de Verão » | Podia ter acontecido. Tinha de acontecer. Acontece... » | Retrato de uma princesa desconhecida » | Diagnóstico: Tristeza física. »

Um dia vou construir um castelo muito alto...

"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo e posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."

Escrito que afinal não é do Fernando Pessoa (mas não interessa porque gostamos na mesma), recebido, por e-mail, de alguém que me adivinha.

Talvez um Fernando mas nunca Pessoa.
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Confesso que também me parece muito pouco, ou mesmo nada, o género de palavras que brotariam da pena de Pessoa. Palpita-me que é uma falsa quote.

Faz-me recordar aquele poema, que na internet corre como sendo de Gabriel Garcia Marquez e NÃO é, e que começa com:

"Se por um instante Deus se esquecesse de que sou uma marionete de trapo, e me presenteasse um pedaço de vida, possivelmente não diria tudo o que penso, mas definitivamente pensaria tudo o que digo."
Confirmei agora, após uma pesquisa algo demorada, que o texto não é mesmo de Fernando Pessoa. Este texto é supostamente de Augusto Cury e inclui-se na obra "Dez leis para ser feliz". Mas, não o texto todo, as últimas 3 frases são da autoria de um bloguista de seu nick "Nemo Vox".
É realmente uma pena que se atribua a um génio como Pessoa um poema tão mediocre e que tem menos que nada a ver com ele.



PS: Para quem queira saber mais sobre o autor das 3 últimas frases: http://www.nemonox.com/ppp/archives/2006_03.html
Enviar um comentário