Mel Com Cicuta 

Without the aid of prejudice and custom I should not be able to find my way across the room.

 

William Hazlitt  
      

   

« Home | Maquiavéis de trazer por casa » | Realidade? só a que não puder ser evitada com uma... » | A jarra » | Da conquista da inimputabilidade » | Um post bastante longo e que, ponderados os prós e... » | Plano de viagem (ou até já) » | O Blogue reclama, ditoso, a atenção de outros tem... » | Os baús estão arrumados, a secretária imaculada, ... » | Na Jukebox mental » | A conservative girl cannot walk in someone else’s ... »

O Direito em forma de gente

E como as pessoas, às vezes, se parecem com os ramos de direito: as muito interessantes (porque complexas) mas quase impraticáveis numa base diária, as relativamente simples mas enfadonhas, as obscuras — quase inexpugnáveis— só acessíveis a praticantes experimentados e ardilosos, aquelas de quem se gosta muito por motivos lúdicos mas com quem não se quer mais do que uma relação pontual e difusa e, finalmente, as que escolhemos para todos os dias com tanto de entusiasmantes como de rotineiras, que nos estimulam ao mesmo tempo que nos exasperam entre a novidade e o enfado, que nos plantam um sorriso vitorioso mas não deixam (nunca) de nos ameaçar com antevisão da derrota nos pequenos percalços da convivência quotidiana.

A vida é um eterno quid juris...
Enviar um comentário